PROANTAR

Encerramento da Operação Antártica XXXIX

Após cerca de 160 dias de comissão,o Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel” e o Navio Polar “Almirante Maximiano” regressaram da viagem.

Após cerca de 160 dias de comissão, o Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano” e o Navio de Apoio Oceanográfico (NApOc) “Ary Rongel” regressaram da viagem, marcando o cumprimento, com êxito, de suas participações na 39ª “Operação Antártica” (OPERANTAR XXXIX). Os meios atracaram no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, nos dias 28 e 29 de março, respectivamente.

Ao longo da OPERANTAR XXXIX, o NPo “Almirante Maximiano”, comandado pelo Capitão de Mar e Guerra Anderson Marcos Alves da Silva, e o NApOc “Ary Rongel”, sob o comando do Capitão de Mar e Guerra Paulo Max Villas da Silva executaram trabalhos de apoio logístico da recém-reinaugurada Estação Antártica Comandante Ferraz. Foram realizados também levantamentos hidrográficos, visando à atualização de cartas náuticas sob responsabilidade do Brasil, como membro da Comissão Hidrográfica da Antártica, na Organização Hidrográfica Internacional.

Destaca-se a realização, pelo 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral, do primeiro voo com as recém-adquiridas aeronaves UH-17 no Continente Antártico. Os “Águias” 7090 e 7091, orgânicos do Navio Polar “Almirante Maximiano”, foram lançados para permitir a ambientação dos tripulantes ao voo em regiões de clima frio, realizar reconhecimento dos pontos de interesse nas proximidades da Estação Antártica Comandante Ferraz, e qualificação e requalificação de pouso a bordo com o Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel”.

No período de 11 a 16 de abril, foi realizado descarregamento dos Navios por ocasião do encerramento da OPERANTAR XXXIX. Foram transportados da Estação Antártica Comandante Ferraz itens pertencentes aos diversos sistemas da Estação para  manutenção/reparo, sobras de obra da reconstrução da EACF para destino final, bem como materiais das pesquisas realizadas por ocasião do verão Antártico. A Estação de Apoio à Antártica do Rio de Janeiro (ESANTAR-RIO) foi a responsável pelo descarregamento dos navios, utilizando caminhões com carroceria e caminhões baú, juntamente com o auxílio do Batalhão de Engenharia do Corpo de Fuzileiros Navais.